METODOLOGIAS ATIVAS: O ALUNO COMO PROTAGONISTA DA APRENDIZAGEM
DOI:
https://doi.org/10.46550/8z6qs673Resumo
Este artigo teve por objetivo analisar, com base em produções acadêmicas recentes, como as metodologias ativas foram compreendidas em seus fundamentos conceituais, em suas formas de organização didática e em seus efeitos formativos no contexto escolar. O tema concentrou-se na centralidade atribuída ao estudante, na reconfiguração das práticas de ensino e nas relações entre participação discente, mediação docente e formação escolar. Metodologicamente, realizou-se pesquisa bibliográfica, desenvolvida por meio de levantamento, seleção, leitura integral e interpretação de artigos científicos localizados na base SciELO, com organização do material segundo três núcleos analíticos: fundamentos conceituais, aplicação na prática escolar e desenvolvimento formativo. A análise permitiu verificar que a literatura examinada associou as metodologias ativas à reorganização da aula, ao deslocamento do estudante para posição de maior implicação com o conhecimento e à valorização de processos como cooperação, autorregulação e planejamento. Também se constatou que tais propostas não foram apresentadas como soluções automáticas, mas como práticas dependentes de fundamentação teórica, intencionalidade pedagógica e mediação docente consistente. Concluiu-se que o valor pedagógico dessas metodologias residiu menos na novidade procedimental e mais na articulação entre concepção de aprendizagem, organização didática e formação intelectual do estudante.
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Copyright (c) 2026 Fabiana Sartori Magagnin, Leonardo dos Santos Carneiro, Héber Vicente Bensi, Raquel Cesar de Melo, Janine de Abreu de Oliveira Gonçalves (Autor)

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