NEUROEDUCAÇÃO: COMO O CÉREBRO APRENDE E O PROFESSOR ENSINA
DOI:
https://doi.org/10.46550/essw8y53Resumo
o discutir as contribuições da neuroeducação para o processo de ensino e aprendizagem, este artigo teve como objetivo analisar as relações entre cérebro, aprendizagem e prática pedagógica, com ênfase na neuroplasticidade, na articulação entre emoção, memória e atenção, e nas estratégias pedagógicas capazes de favorecer envolvimento discente e aprendizagem significativa. O tema centrou-se na aproximação entre neurociência e educação, considerando como o conhecimento sobre o funcionamento cerebral pôde ampliar a compreensão do trabalho docente e das condições que favoreceram o aprender. Metodologicamente, realizou-se pesquisa bibliográfica, mediante seleção, leitura e análise de artigos científicos localizados em base acadêmica, com definição de descritores simples e critérios de inclusão e exclusão coerentes com o objeto investigado. Os resultados indicaram que a aprendizagem dependeu de experiências pedagógicas capazes de mobilizar atenção, curiosidade, participação e vínculos afetivos com o conteúdo, além de condições didáticas compatíveis com a plasticidade cerebral. Concluiu-se que a neuroeducação contribuiu para qualificar a reflexão sobre a docência, ao mostrar que ensinar não se restringiu à transmissão de informações, mas exigiu mediações intencionais que considerassem dimensões cognitivas, emocionais e sociais do estudante.
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