AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM E MEDIAÇÃO DOCENTE: CAMINHOS PARA A AUTONOMIA ACADÊMICA
DOI:
https://doi.org/10.46550/mpbsjk13Resumo
Entre a organização do espaço virtual e a participação discente, este artigo teve como objetivo analisar como os Ambientes Virtuais de Aprendizagem e a mediação docente favoreceram a autonomia acadêmica na Educação a Distância. O estudo abordou a relação entre planejamento didático, presença pedagógica, interação acadêmica e autogestão do estudante em contextos formativos mediados por tecnologias digitais. A pesquisa foi bibliográfica, de abordagem qualitativa, desenvolvida por meio da seleção, leitura exploratória, leitura seletiva e análise crítica de artigos científicos relacionados ao tema. Os resultados indicaram que o AVA não se limitou ao armazenamento de conteúdos, pois assumiu função formativa quando articulou materiais, atividades, avaliações, fóruns, devolutivas e acompanhamento. Verificou-se também que a mediação docente foi necessária para orientar o estudante, reduzir o isolamento acadêmico e favorecer a participação no percurso formativo. A autonomia acadêmica foi compreendida como prática construída gradualmente, vinculada à organização do tempo, à responsabilidade, ao protagonismo e ao apoio pedagógico. Concluiu-se que a qualidade da Educação a Distância dependeu da articulação entre planejamento, mediação, comunicação e corresponsabilidade, pois o estudante participou ativamente do processo, mas não pôde ser deixado sozinho diante das exigências da aprendizagem.
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