PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA
DOI:
https://doi.org/10.46550/hhk1rv22Resumo
Este artigo teve como objetivo analisar como a acessibilidade curricular, o trabalho colaborativo entre professor da sala comum e AEE e os recursos de apoio contribuíram para a inclusão escolar de estudantes com TEA e outras necessidades educacionais especiais na educação básica. O estudo abordou a inclusão escolar a partir de sua dimensão pedagógica, com ênfase nas condições de participação, permanência e aprendizagem no currículo comum. A metodologia adotada caracterizou-se como pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, desenvolvida por meio da seleção, leitura, organização e interpretação de produções acadêmicas relacionadas ao tema. A análise dos referenciais permitiu identificar que a inclusão não se efetivou apenas pela matrícula do estudante no ensino regular, mas dependeu de adaptações pedagógicas, planejamento compartilhado, mediações didáticas e uso de estratégias de apoio articuladas às necessidades educacionais apresentadas. Também se verificou que o trabalho colaborativo entre profissionais e a escolha criteriosa de recursos favoreceram maior participação escolar e melhores condições de aprendizagem. Concluiu-se que a efetividade da inclusão esteve vinculada à articulação entre currículo, coensino, mediação docente e organização coletiva do trabalho pedagógico, o que evidenciou a necessidade de práticas escolares intencionalmente planejadas.
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Copyright (c) 2026 Ana Rosa Sales Cabral, Patrícia da Silva Oliveira, Rejane Beatriz Souza Weber Cavalcante, Marta Regina Lopes Cavalcante Barros, Rosilene da Silva Fernandes (Autor)

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