ENSINO HÍBRIDO: A NOVA SALA DE AULA
DOI:
https://doi.org/10.46550/anbsza11Resumo
Este artigo teve por objetivo analisar o ensino híbrido na nova sala de aula, considerando seu conceito, suas potencialidades para a aprendizagem e os desafios de sua implementação no contexto pós-pandemia. O tema foi tratado a partir da compreensão de que a articulação entre atividades presenciais e digitais reconfigurou práticas pedagógicas, tempos, espaços e formas de participação discente. Metodologicamente, realizou-se uma pesquisa bibliográfica de caráter exploratório e descritivo, baseada na busca, leitura, seleção, organização e interpretação de produções acadêmicas pertinentes ao objeto investigado. A análise dos estudos permitiu concluir que o ensino híbrido favoreceu maior flexibilidade dos percursos formativos, ampliação das possibilidades de acesso ao conhecimento, estímulo à autonomia dos estudantes e fortalecimento de práticas colaborativas, desde que sua organização tivesse sido orientada por planejamento pedagógico, mediação qualificada e condições institucionais adequadas. Também se verificou que sua implementação encontrou obstáculos ligados à imprecisão conceitual, às dificuldades de adaptação de professores e estudantes e às desigualdades estruturais que limitaram a efetividade das propostas em alguns contextos. Desse modo, o estudo demonstrou que o ensino híbrido não se restringiu ao uso de tecnologias, mas envolveu uma reorganização mais ampla do processo educativo. Por fim, identificou-se a necessidade de novas pesquisas sobre avaliação, formação docente, infraestrutura e efeitos do híbrido em diferentes etapas de ensino.
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Copyright (c) 2026 Edson Severino Leal, Leda Borges Vieira, Wilian Ricardo Costa, Dionys Morais dos Santos, Manoel Pessôa da Silva (Autor)

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