O BRINCAR COMO PRÁTICA EDUCATIVA: CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E SOCIOEMOCIONAL
DOI:
https://doi.org/10.46550/tm18dq51Resumo
O presente artigo tem como objetivo analisar as contribuições do brincar para a aprendizagem e o desenvolvimento integral das crianças, destacando suas dimensões cognitivas, socioemocionais e culturais. Partindo do entendimento do brincar como prática histórica, cultural e educativa, o estudo investiga como diferentes concepções teóricas, de autores clássicos e contemporâneos, fundamentam a importância da ludicidade no processo de ensino-aprendizagem. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa, com abordagem descritiva e analítica, baseada em pesquisa bibliográfica, contemplando obras de referência e documentos oficiais que tratam do brincar como direito da criança e recurso pedagógico. O desenvolvimento do artigo abordou quatro aspectos principais: o panorama histórico e conceitual do brincar, a análise das contribuições teóricas de Vygotsky, Winnicott, Kishimoto e Brites, a discussão sobre experiências e práticas pedagógicas que integram a ludicidade ao currículo escolar e, por fim, a reflexão sobre políticas públicas e formação docente que assegurem a presença consistente do brincar na escola. Conclui-se que o brincar, além de favorecer a criatividade, a expressão da autenticidade do self e a construção do conhecimento, deve ser valorizado como elemento estruturante do desenvolvimento infantil, confirmando sua centralidade como estratégia pedagógica essencial para a aprendizagem significativa e integral das crianças.
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Copyright (c) 2026 Marilda Teixeira, Géssica Heise, Laura Maia, Vanessa Pereira Quarterolle, Karen Cristina Borges Leal, Geane Luíza Alves Damasceno, Daniela Farias Santos (Autor)

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